NutriTalks #20 – 4 Alimentos da Época

Publicado a 3 de Janeiro de 2018 . Na categoria:Artigos Notícias Notícias & Artigos .

 

Endívia: fazendo parte da família da chicória tem, como esta, um sabor amargo. Sendo pouco calórica é muito rica em ácido fólico. Pode ser utilizada em saladas, bem como cozida.

Rutabaga: esta é uma hortaliça da família do nabo, assemelhando-se a um nabo mais alongado. É rica em água, fibra, vitamina C e ferro, o que faz dela um excelente aliado no inverno. Pode ser utilizada cozida ou assada como acompanhamento, bem como em sopas, purés ou estufados.

Kiwi: é uma fruta riquíssima em vitamina C (mais que a laranja!), bem como nas vitaminas A e E, e em cálcio e ferro. As suas inúmeras sementes fazem do kiwi um aliado para a regulação do trânsito intestinal. Pode ser utilizado em saladas de fruta, como sobremesa ou simplesmente para completar um lanche.

Tamarilho: é um fruto rico em vitamina B6, C e E, bem como em ferro, magnésio, cobre e potássio. Contém ainda quantidades apreciáveis de antocianinas, flavonóides e carotenóides, compostos antioxidantes que contribuem para a manutenção do nosso sistema imunitário.

 

Joana Hipolito

Nutricionista na Unidade de Saúde Balance

 

A época festiva já terminou e agora o seu objetivo é acabar com o peso que tem a mais. Para tal, deixamos-lhe algumas dicas:

– Massa konjac: esta massa é maioritariamente constituída por fibra, o que faz com que o seu valor calórico seja muito pequeno (cada 100g de massa apresentam apenas 9kcal);

– Gengibre: para além de ser um ótimo alimento para melhorar o seu sistema imunitário, aumenta também a sua taxa metabólica, ou seja, vai fazê-lo queimar mais calorias. Pode ser adicionado em confeções como sopas e assados ou pode simplesmente fazer um chá;

– Água: depois de muitos excessos é necessário eliminar todas as toxinas contidas no organismo. A ingestão de água dará uma excelente ajuda neste processo, pois irá reidratá-lo dos abusos do álcool.

 

Joana Hipólito,

Nutricionista Unidade de Saúde Balance

 

Ao contrário do que se acreditava, o nosso crânio não é uma estrutura rígida, como uma “caixa que guarda algo la dentro”, sem mobilidade, mas sim uma parte do corpo com um tipo de movimento muito próprio e que influencia muitas estruturas. No entanto, não devemos entender a mobilidade do crânio como a de qualquer outra articulação – por exemplo, um cotovelo ou um joelho. Assumir que o crânio se move é saber que anatomicamente os seus ossos constituintes (mais de 20 ossos) estão desenhados para deslizarem uns sobre os outros, cuja soma de movimentos dá a capacidade de expansão e contração.

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William Sutherland, considerado o “pai” a Osteopatia Craniana, descobriu que os ossos do crânio se movem através das suas suturas, não só na infância, mas ao longo de toda a vida. Aplicando uma ligeira pressão com os dedos sobre eles, foi possível distinguirem-se, entre outros movimentos, o movimento do líquido cefalorraquidiano. Este fluido viaja através das membranas que envolvem o cérebro e a medula, do crânio até ao sacro. Desta forma, foi possível concluir-se que a mobilidade craniana está relacionada com a mobilidade do sacro, não sendo isoladas uma da outra. Este movimento complexo, provocado por diferenças de pressão e de fluxo, passou a designar-se Movimento Respiratório Primário (MRP). A sua descoberta e nomenclatura tem sido amplamente questionada, por sempre se ter considerado o crânio imóvel mas também por se utilizar o termo “Respiratório” em algo que não envolve, por exemplo, os pulmões ou a caixa torácica, mas que faz lembrar o seu “enchimento e esvaziamento”. Apesar disso, cada vez é maior a evidência científica em prol destes factos, permitindo assim uma grande evolução, principalmente ao nível da terapia manual.

O MRP consiste num sistema hidráulico que gera movimento – através da flutuação do líquido cefalorraquidiano – no cérebro e medula espinhal, ossos do crânio (através das suturas), membranas intracranianas e intra-espinhais e mobilidade involuntária do sacro entre os ilíacos. Esta “respiração” surge no 5º mês de vida uterina e dura, entre vinte minutos e duas horas, após a morte.

Globalmente, podem ser distinguidos 2 movimentos principais. Numa primeira fase, designada Flexão, há um aumento do diâmetro transversal do crânio e uma diminuição no diâmetro ântero-posterior, ou seja, é como se o crânio “enchesse e expandisse”. Na fase de Extensão, ocorre o movimento oposto. Como referido anteriormente, este movimento estende-se até ao sacro, pelo que na fase de flexão, o sacro verticaliza-se, ao passo que na extensão, horizontaliza-se. Ao contrário da respiração propriamente dita, onde podemos observar entre 12 a 18 ciclos por minuto, no MRP podem ser distinguidos de 2 a 3 ciclos por minuto.

Movimento Respiratório Primário

Movimento Respiratório Primário

 

Qualquer alteração na biomecânica num dos ossos do crânio, vai ter consequências ao nível da circulação do líquido cefalorraquidiano e à boa comunicação entre o sistema nervoso e as restantes estruturas do corpo, dando origem a patologia e disfunções. Ao trabalhar sobre estas restrições – este tipo de técnicas destaca-se pela subtileza ao nível da palpação e execução, em comparação com outras técnicas osteopáticas, como alta velocidade ou impulso – vai-se facilitar o processo de auto-regulação, e, por conseguinte, permitindo que o organismo faça as suas próprias correções quando e onde estas sejam necessárias, dentro do processo fisiológico normal.

Este tipo de terapia manual é aconselhado para:

  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Distúrbios oculares (por exemplo: estrabismo)
  • Distúrbios auditivos
  • Tonturas e vertigens
  • Zumbidos
  • Disfunções da articulação têmporo-mandibular (ATM)
  • Dores de coluna vertebral
  • Problemas músculo-esqueléticos
  • Dificuldades respiratórias
  • Fadiga crónica
  • Fibromialgia
  • Dificuldades de coordenação motora
  • Depressão
  • Hiperactividade e problemas de concentração
  • Disfunções do sistema nervoso (central e periférico)
  • Autismo e Síndrome de Asperger
  • Paralisia Cerebral
  • Sinusites e rinite

 

Os Fisioterapeutas da UNIDADE DE SAÚDE BALANCE

 

Ao contrário dos medicamentos, as cirurgias ortopédicas podem ser efetuadas sem passarem por fase de testes rigorosos de modo a perceber a sua eficácia e segurança. Por isso mesmo, milhões de cirurgias à coluna, joelhos e ombros foram realizadas sem que haja qualquer tipo de Op Menisco - S ou Nevidência cientifica que a suporte.

Recentemente, têm sido efetuados um grande número de estudos que verificam que muitas cirurgias populares apresentam resultados semelhantes ao PLACEBO. No entanto, muitas destas cirurgias continuam a ser feitas a uma taxa de centenas de milhares por ano. Apesar de ser algo chocante e preocupante, é importante que continue a ler, nomeadamente se está na área da saúde e reabilitação, ou ainda se tem dores crónicas e está a ponderar ser operado.

Continue a ler este artigo para uma revisão da evidência científica sobre algumas das mais populares cirurgias realizadas aos joelhos.

 

 

A osteoartrose do joelho é um achado comum, mas não resulta diretamente em dor – aliás, muitas pessoas apresentam um elevado grau de artrose e não tem qualquer dor. Assim como muitas pessoas que têm dores no joelho não tem qualquer tipo de desgaste articular (artrose).

Ainda que esta relação entre dor e artrose seja fraca, muitas são as cirurgias realizadas para corrigir a artrose. (1)

Há cerca de 15 anos atrás, duas das cirurgias mais comuns ao joelho eram a limpeza e lavagem, que consistiam na remoção de cartilagem ou osso danificados e na irrigação com solução salina, respetivamente. O objetivo destes procedimentos era retirar possíveis fragmentos que pudessem estar a irritar a articulação. Como os resultados desta intervenção não eram os melhores, as pessoas começaram a perguntar-se se estes eram causados por placebo ou se podiam ser alcançados através de técnicas menos invasivas, como a fisioterapia, exercício físico ou descanso.

 

Para testar esta possibilidade, investigadores conduziram um estudo com uma cirurgia fingida (sham), um grupo recebia a cirurgia verdadeira e outro grupo de pacientes recebia uma cirurgia falsa. A cirurgia falsa consistia apenas num corte sobre a pele, na mesma localização dos cortes da cirurgia verdadeira, de modo que os pacientes não tinham maneira de saber se tinham recebido a cirurgia real ou a falsa. Foi feito um seguimento periódico durante vários anos, sendo reportado os níveis de DOR e FUNÇÃO. Foi então verificado que a cirurgia falsa obteve os mesmos resultados que a cirurgia verdadeira durante todo o seguimento, quer na dor quer na função (2), o que sugere que a cirurgia funciona por mudar a psicologia e não a estrutura.

 

Apesar da evidência científica nos provar que esta cirurgia é inútil, a sua aceitação por parte dos cirurgiões foi lenta. Ainda passado este tempo todo, são realizadas milhares de cirurgias deste tipo que têm custos na ordem dos milhões/ano (3). Novos estudos provaram que a cirurgia não proporciona melhores resultados do que abordagens mais lógicas e conservadoras como exercício, perda de peso e uso ocasional de medicação anti-álgica (4).

 

Estas técnicas cirúrgicas cada vez mais foram caindo em desuso, sendo posteriormente substituídas por uma técnica cirúrgica chamada meniscectomia parcial artroscópica. Quando submetida a estudos científicos, ficou também provado que esta técnica não era mais eficaz do que sham.

Em 2015, investigadores compilaram os resultados de nove estudos diferentes sobre intervenções cirúrgicas ao joelho e concluíram que a sua eficácia era baixa, com um grande potencial de causar danos (5).

Um editorial recente do British Journal of Medicine afirma que a artroscopia do joelho para alivio de dor “ é uma prática altamente duvidosa sem evidência científica que a suporte” (6).

Em 2017 sai uma guideline no British Medical Journal afirmando: “Fazemos uma forte recomendação contra o uso de intervenções artroscópicas em quase todos os indivíduos com lesão degenerativa do joelho… Dificilmente investigação futura irá alterar esta recomendação” (7).

Apesar destas recomendações, a artroscopia ao joelho continua a ser uma das intervenções mais praticadas em ortopedia nos EUA, realizando-se 700 000 por ano (6).

Como é isto possível? A resposta mais simples é que muitos cirurgiões confiam mais na sua experiência pessoal do que na ciência. Irão afirmar que viram a cirurgia a fazer milagres para muitas pessoas, mesmo após intervenções mais conservadoras terem falhado. Isto pode sem dúvida ocorrer, no entanto, devemos altamente céticos que a sua causa são alterações estruturais que ocorreram no joelho. Por outro lado, um tratamento de sucesso para a dor crónica do joelho passará muito mais por criar alterações ao nível do Sistema Nervoso Central, do que por alterações ao nível da articulação local. Este ponto é confirmado pela similaridade de resultados verificados para cirurgias da coluna, onde frequentemente se observa incapacidade de superar os resultados obtidos por intervenções comportamentais para a dor lombar.

 

Conclusão

Para deixar claro:

Nenhuma da informação acima mencionada sugeriu que não devemos confiar no nosso cirurgião, ou que a cirurgia nunca é uma maneira de tratar a dor crónica. Muitas cirurgias são uma excelente opção em determinadas circunstâncias. Pessoalmente, conheço muita gente que obteve resultados excelentes através da cirurgia, onde receberam excelentes conselhos do cirurgião acerca da evidência científica, e dos prós e contras da sua cirurgia. Por outro lado, também conheço muita gente que recebeu intervenções cirúrgicas provadamente ineficazes, que nunca foram devidamente aconselhadas pelo seu médico, e que no final, não obteve um resultado satisfatório.

O grande problema é que a comunidade médica tem muitos pontos cegos e vieses na maneira como lidam com a dor crónica. Consistentemente procuram explicar e tratar a dor crónica como um defeito estrutural, em vez de analisarem questões comportamentais e processos neurológicos complexos que poderão ter uma influência maior naquele problema. Os profissionais de saúde devem estar atentos a esta tendência e aprender o máximo sobre a complexidade da dor, de modo a poderem ajudar os seus pacientes a encontrar as melhores estratégias para lidar com o seu problema, assim como os pacientes devem questionar os seus cirurgiões antes de irem “à faca”.

 

Os Fisioterapeutas da UNIDADE DE SAÚDE BALANCE

 

Chega o outono e com ele o tempo mais fresco. E eis que as ruas são invadidas pelo cheiro a castanhas assadas e, em casa, onde antes estava fruta de verão começam a estar as nozes ou a batata-doce assada. Como fugir de tais tentações?!

A boa notícia é que não precisa de fugir!

 

Castanha assada: a castanha é um alimento fonte de hidratos de carbono, muito embora esteja incluído no grupo dos frutos secos. Contém ainda quantidades apreciáveis de antioxidantes, vitaminas do complexo B, vitamina C e diversos minerais. Pode perfeitamente incluir ½ dúzia castanhas assadas num lanche, complementando com uma fonte proteica.

Batata-doce assada: é igualmente fonte de hidratos de carbono à semelhança da sua parente batata branca, no entanto o seu potencial vem da quantidade de vitamina A que possui, em sinergia com o seu potencial antioxidante. Como a vitamina A é uma vitamina lipossolúvel, a melhor forma de comer a batata-doce seria cozida a vapor com um fio de azeite. No entanto, a batata-doce assada configura um alimento saudável que, à semelhança das castanhas, pode inserir num lanche acompanhado de uma fonte proteica.

Nozes: sendo um fruto seco possuem alto teor de gordura, no entanto estamos a falar de gordura insaturada. As nozes tem um efeito muito positivo no colesterol, contribuindo para a diminuição do LDL (“mau colesterol”) e o aumento do HDL (“bom colesterol”). Aqui, o truque passa pela quantidade que ingere. Pode incluir as nozes como snack acompanhadas com fruta ou iogurte não açucarado.

 

Tânia Carreira
Nutricionista na Unidade de Saúde Balance

Conhece o Kefir?

Publicado a 20 de Novembro de 2017 . Na categoria:Artigos Notícias Notícias & Artigos .

 

Já ouviu falar de Kefir?

 

full of keffir, milk and yogurt cups liquid on wooden tableA palavra kefir é oriunda do eslavo Keif que significa “bem-estar” ou “bem-viver”. Este alimento é uma mistura probiótica vinda das montanhas Caucasianas da Rússia.

Pode ser cultivado em leite ou sumos de fruta, uma vez que estas bactérias se alimentam dos açúcares naturalmente presentes nestes alimentos.

Estudos realizados demonstraram vários efeitos benéficos para a saúde, entre os quais se destacam:

– aumento da atividade inti-inflamatória;

– a supressão do aumento da pressão arterial após 30 dias de tratamento em ratos;

– a redução do stress, uma vez que apresentam atividade sobre a produção de cortisol e noradrenalina, hormonas que estão presentes em estados de stress;

– atividade antimicrobiana;

– efeito preventivo sobre diarreias associadas a antibióticos, por favorecerem a flora intestinal normal;

– redução da dislipidémia, da glicémia e da obstipação.

 

Este alimento é um probiótico recheado de vantagens.

Experimente!

 

Joana Hipólito

Nutricionista na Unidade de Saúde Balance

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A dor crónica é definida como qualquer tipo de dor cuja duração é superior a 3 meses, e difere da dor aguda, não só pela sua duração, mas também pelas alterações provocadas no Sistema Nervoso Central.

Quando temos uma dor que persiste durante muito tempo, são formadas ligações entre várias áreas do cérebro, nomeadamente áreas relacionadas com as emoções, ansiedade e stress, etc… O que acontece é que quando estamos num ciclo de dor crónica, muitas vezes já sem o fator lesão tecidular presente, continuamos a sentir dor.

Neste artigo são apresentadas algumas estratégias que pode utilizar para gerir a sua dor.

 

#1 – Exposição Gradual

Escolha uma atividade física que seja do seu agrado, lembre-se que qualquer coisa é válida, seja passeios, dança, hidroginástica, o que quiser. Comece devagar e vá progredindo, quer em duração quer em intensidade.

 

#2 – Grupos de Apoio

A dor crónica pode-nos levar numa espiral descendente de ansiedade, fadiga e sensação de mal-estar. Falar com alguém que conheça o que está a passar pode ser extremamente benéfico.

 

#3 – Família e Amigos

Mantenha o contacto com as pessoas de quem gosta. Se for muito difícil deslocar-se, tente que essas deslocações sejam mais curtas, ou então, convide-as para sua casa. Durante a conversa, evite falar da sua dor.

 

#4 – Imaginação de Movimento Corporal

Uma estratégia que tem vindo a ser demonstrada como eficaz para o alivio sintomático é a Graded Motor Imagery. Esta consiste em 3 fases de tratamento diferentes, a 1ª que é a discriminação direita/esquerda, a 2ª imaginação explicita do movimento e a 3ª, a terapia de espelho. De modo a que seja de fácil aplicação em casa, sugerimos que experimente fechar os olhos e imaginar que está a mexer a parte do corpo de que se queixa (atenção, parece ser mais fácil do que o que é).

 

Alertamos que todos os casos são diferentes e que as mesmas estratégias têm resultados diferentes em pessoas diferentes. Deve sempre procurar um profissional de saúde capacitado para o ajudar na sua condição.

 

Os Fisioterapeutas da Unidade de Saúde Balance

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Chronic pain is often defined as any pain lasting more than 3 months. Whereas acute pain is a normal sensation that alerts us to possible injury, chronic pain is very diferent, not only for the time that pain persists but also for the changes that occur in the Central Nervous System.

When we are in pain for quite a long time, our brain starts to form connections between several areas of the cerebrum, such as hypothalamus, amygdala, hippocampus, among others. What happens is that when we are in a chronic pain cycle, the tissue damage is no longer present but we feel pain nevertheless.

In this article we present you some strategies that you can use to deal with your pain.

#1 – Graded Exposure

Pick any activity that you enjoy doing, and remember, anything is valid, such as walks, dance, hydrogymnastics, you choose. Start slowly and then keep increasing in intensity and duration.

#2 – Support Groups

Chronic pain can take us in a downward spiral of anxiety, fatigue and bad mood. Talking to someone that is going through the same problems as you can be extremely helpful.

#3 – Family and Friends

Don’t let pain mean that you lose contact with the people you like.

Keeping in touch with friends and family is good for your health and can help you feel much better. Try shorter visits, maybe more often, and if you can’t get out to visit people, phone a friend, invite a family member round for a tea or have a chat with your neighbour.

Aim to talk about anything other than your pain, even if other people want to talk about it.

#4 – Graded Motor Imagery

A new strategy that has been recently supported by several studies as effective in reducing pain is Graded Motor Imagery. This strategy consists in 3 phases of treatment, the first one is the left/right discrimination, the second one is explicit movement imagination and the third and last one is mirror therapy. Having in thought a more easy and pratical application, we suggest that you close your eyes and imagine that you are moving the parto f your body that hurts (for exemple: if it is your back that hurts, imagine bending forward) – it is easier said than done.

We want to alert that every case is diferente and that the same strategies can have different outcomes in different people. You should always find a licensed health caregiver to help you in your condition.

 

Unidade de Saúde Balance’s Physiotherapists

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A correria do dia-a-dia por vezes deixa-nos sem tempo para coisas tão importantes como preparar refeições. Nessas situações, os enlatados podem ser uma opção rápida e saudável, desde que bem escolhidos. Fique atento às dicas:

Frango enlatado – embora seja uma opção recente no mercado, já é possível encontrar peito de frango enlatado em água. Para obter uma refeição rápida, pegue no frango, numa lata de cogumelos e outra de milho. Caso deseje, pode ainda adicionar azeitonas. Misture tudo e tempere a gosto com azeite e ervas aromáticas, por exemplo;

Bacalhau com grão – esta refeição tão tradicional portuguesa pode ser feita de forma saudável em 5 minutos recorrendo a enlatados. Basta utilizar uma lata de bacalhau, uma lata de grão e pode ainda juntar rebentos de feijão mungo e/ou cogumelos de forma a ter uma refeição equilibrada. Tempere a gosto e aproveite o tempo para saborear esta refeição;

Atum – quando se pensa em enlatados esta é sempre a primeira coisa que nos vem à cabeça, e que pode ser bastante saudável se optar pela versão ao natural/em água. O atum pode também fazer uma refeição rápida e saudável em menos de nada. Ao atum, junte feijão frade, para ter uma fonte de fibra adicione uma lata de rebentos de feijão mungo, depois é só temperar a gosto.

Como vê, não há razão para não comer saudável, apenas é preciso ter lata!

 

Joana Hipólito,

Nutricionista na Unidade de Saúde Balance

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Como é que os atletas de alta competição conseguem levar o seu corpo ao limite e ainda competir ao mais alto nível? Qual o segredo para conseguirem manter os seus níveis de performance?

Sente que acaba os treinos demasiado cansado? Fica com dores musculares durante muito tempo?

09247-the-best-recovery-practices-for-endurance-athletes-700x394.jpgwidth700height394extSaiba quais as melhores estratégias para uma melhor recuperação!

 

Vários métodos têm sido descritos como benéficos para diminuir a sensação de fadiga e dores musculares, e consequentemente, aumentar a performance.

Neste número destacamos 3 que são de fácil aplicação.

 

Recuperação Ativa

Termine o seu treino com 10-15 min de corrida ou bicicleta a um ritmo lento e uma carga baixa.

 

Banhos de “Gelo”

Mergulhe as pernas num contentor com água a uma temperatura entre 15-10ºC, durante 10 minutos.

Efeitos: Ajuda na circulação da linfa e sangue, permitindo que haja um maior fornecimento de oxigénio e nutrientes às células, otimizando os processos de regeneração.

 

Massagem

Utilize um rolo de auto-massagem ou uma bola de lacrosse/ténis para massajar os músculos que trabalhou durante o treino.

Efeitos: Diminui a tensão muscular, aumentando a sensação de bem-estar através da ativação de vias inibitórias da dor na medula espinal.

 

 

Atenção: Estas estratégias não substituem uma alimentação saudável e descanso regular. Se mesmo assim, sente que algo não está a resultar, procure um médico ou outro profissional competente.

 

Bernardo Martins

Fisioterapeuta na Unidade de Saúde Balance

 

Todos nós sabemos a importância do aquecimento, mas o que acontece quando vamos treinar, é que muitas vezes o negligenciamos. Neste artigo, iremos explorar alguns erros cometidos durante o aquecimento, e o que podemos fazer para os corrigir.

 

Antes de me debruçar sobre os erros propriamente ditos, quero começar por dizer que o erro mais comum é mesmo a falta de aquecimento, passando logo para o treino. Além de ser perigoso, por aumentar o risco de lesão durante o treino, não permite que este seja potenciado, pois não atingimos um estado físico e psicológico que nos permita treinar a 100%.

 

Dito isto, vamos então iniciar por falar do que é o aquecimento.

 

O aquecimento não tem uma definição consensual mas a maior parte dos autores refere que é um conjunto de exercícios que antecedem o treino, com o objetivo de o preparar física e mentalmente, permitindo aumentar a temperatura corporal, flexibilidade e força muscular. Na sua constituição encontramos exercícios aeróbios de baixa intensidade, alongamentos estáticos e exercícios de ativação específicos.

 

Passemos então aos erros:

 

 

#1 – Alongamento Estático

No aquecimento devemos optar por realizar alongamentos dinâmicos, ou seja, em vez de ficarmos 15-30s numa posição devemos procurar mover as nossas articulações em toda a sua amplitude, permitindo assim preparar os vários grupos musculares para o treino.

Nota: A utilização do alongamento estático entre séries potencia a hipertrofia desse mesmo grupo muscular.

 

 

#2 – Exercícios de Ativação

Esta é uma parte fundamental do aquecimento, que é muitas vezes negligenciado… Aproveite para fazer exercícios específicos, por exemplo, se for fazer agachamento no treino, faça trabalho de mobilidade de tornozelo e anca (exemplo) (pode consultar os PhysioTalks 11 e 13).

 

 

#3 – Ativação Neural

Esta é a altura em que se deve começar a “acelerar” no aquecimento. Utilize esta fase para dar aquele “empurrão extra” para o treino.

Nesta fase, aproveite para fazer exercícios de velocidade e esforço elevados, durante curtos períodos de tempo. O objetivo é estimular o Sistema Nervoso Central, dando enfoque a movimentos lineares, laterais ou rotacionais com o intuito de atingir o PAP – Post Activation Potentiation, que significa nada mais nada menos, que após exercícios de alta velocidade, a capacidade de produção de força é aumentada, permitindo que o treino a seguir seja mais eficaz.

 

Bernardo Martins

Fisioterapeuta na Unidade de Saúde Balance

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